Capítulo 26

Ah, o Rodrigo invadindo meus pensamentos. Ele é a maior prova do carinho e do cuidado, de Deus que o fez pra ser só meu. É o sonho mais real que Deus me fez viver. Eu só sei que as muitas águas não podem apagar o nosso amor, nem os rios afogá-lo. Ah como eu o amo.

Fui ao ct ver os meninos treinarem.

Rodrigo: Ah, nem te conto quem é o pai do filho da Fernanda.
Manu: Então não conte! (risos)
Rodrigo: Sua bobinha! É o Jeferson.
Manu: Ex da Lari?
Rodrigo: Aham.           
Manu: Nossa! Que mundo... – ficamos em silêncio por alguns segundos – Ai! *gemi de dor*
Rodrigo: Que foi amor?
Manu: To com dor, ai ai, não para de doer! Eu ia caindo, até que senti alguém me segurando.
Casemiro: Opa opa, segura aí.
Manu: Casemiro? *disse meio atordoada*
Casemiro: O que aconteceu? A mamãe aqui tá passando mal?
Rodrigo: *enciumado* Manu! Vamos para o hospital!
Manu: Mas você tá no meio do treino!

Rodrigo tenta ligar o carro, mas ele não pega.

Casemiro: Podemos ir, no meu carro!
Rodrigo: O que você tá fazendo aqui?
Manu: Argh! Dá pra vocês pararem de brigar? Que saco. Eu estou aqui quase desmaiando e vocês ficam discutindo. Querem saber? Eu vou pedir para o Lucas me levar!

Dei um passo à frente, e desmaiei. Casemiro e Rodrigo correram para me socorrer. Minha barriga doía, não sentia forças. A fraqueza me dominava. Era uma dor que pensei que nunca iria passar.

Médico: Senhora Manoela, que susto em!
Manu: Como eu estou? Por que estou sentindo essas dores? E meus bebês?
Médico: Você está bem. E essas dores são normais. Só que com a senhora, as dores estão tendo mais intensidade. Seus bebês estão ótimos, passam bem. Mas você passará a noite aqui no hospital, precisa ficar em observação.
Manu: Okay!

Ah como doía. Fiquei imaginando se a dor de parto fosse maior. Meu Deus, não agüentaria.

Rodrigo entra no quarto desesperado.

Rodrigo: Amor! Como você tá? O que aconteceu?
Manu: Calma! Estou bem. Com muitas dores, mas estou bem! Ei, o que foi?
Rodrigo: O Casemiro ainda tá aqui!
Manu: E...?
Rodrigo: E...? Manoela por favor!
Manu: Eu não acredito que você está com ciúmes. Rodrigo!
Rodrigo: O que foi?
Manu: Seu bobo. Para com isso. Ai.
Rodrigo: O que foi? Sentiu dor de novo?
Manu: É... Vou ter que ficar de observação.
Rodrigo: Se eles quiserem, eu fico te observando. E não me cansarei.
Manu: (risos) Bobinho. Te amo.

Nos beijamos. Alguém bate na porta.

Casemiro: Com licença.
Rodrigo: O que você quer?
Casemiro: Opa, não estou falando contigo! Segura a onde aí mermão.
Manu: Vai começar... Dá para vocês darem uma trégua?

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