Peguei o telefone. E liguei. Suspirei.
“Rodrigo: Pensei que não ia ligar...
Manu: Eu ainda te amo.
Rodrigo: Sabe, minha vida sem ti, é como se fosse um livro, cheio de páginas em branco. Como se meu mundo não tivesse mais ar. Me sinto abandonado pelo mundo, não tenho mais seus braços para me aconchegar quando tudo está mal, não tenho mais seu sorriso que alegrava todos os meu dias, não tenho mais o seu calor que me fazia sentir seguro.
Manu: Não dá para continuar sem você!
Rodrigo: Por favor, minha pequena... Vamos voltar! Somos dependentes um do outro.”
Desliguei o telefone e comecei a chorar. Rodrigo realmente estava certo, éramos dependentes desse amor. Passei a mão na minha barriga.
“Sonho como você será todas as noites... Se você cair, irei estar lá. Se você gritar, te ouvirei e te apoiarei. Se você precisar de um abraço, de apoio, de carinho, chorar, farei com que você me sinta melhor. Se te magoarem, te ferirem irei te proteger. Eu te amo, mais que a minha vida. Te levarei em seu quarto todas as noites, apagarei a luz, ligarei o abajur, deitarei ao seu lado. Tornarei todas as noites dela em maravilhosos sonhos.”
Postei no Twitter “Acredite quando disserem que a felicidade vem de dentro de você, eu tenho a prova concreta disso.” A cada dia me apaixonava mais ainda pelo meu bebê.
Passaram-se os dias e fui ao médico.
Médico: Bom, senhora Manoela, quero lhe informar que você será mãe de gêmeos!
Manu: Gêmeos? Que maravilha!
Eu seria mãe de gêmeos! Estava ansiosa para saber o sexo dos bebês. Passaram-se os meses, voltei ao médico, desta vez na companhia de Rodrigo.
Médico: Vejamos... É um menino e uma menina! Parabéns! Olha só, serão pais de um casal.
Depois da consulta, Rodrigo me chamou para um passeio. Era em uma praça.
Rodrigo: E como serão os nomes?
Manu: A menina se chamará Thays!
Rodrigo: E o menino, Miguel!
Manu: Thays e Miguel.
Rodrigo: *ajoelhou, passando a mão em minha barriga* Ei, o papai ama vocês.
Sorri, Rodrigo se levanta, e coloca minha mão em seu coração.
Rodrigo: Tá ouvindo? Ele só bate por ti! Minha pequena, eu te amo.
Manu: *abracei-o fortemente* Te amo Rodrigo, vamos voltar? Não agüento mais viver sem ter você ao meu lado.
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