Depois do Pôr do Sol – Parte 1- Capítulo 4
(...)
Depois de cinco horas de passeio, a fome bate.
- Será que não tem nenhum restaurante neste guia? Como é que pode? Ah, finalmente achei! Joelho de porco? Como é que é? ‘O tradicional joelho de porco, é uma das delícias alemãs’. Poxa, eu só queria um feijão tradicional... Não tem um restaurante brasileiro por aqui? Bom, vai esse mesmo! – Disse.
Sigo para um restaurante. Peço joelho de porco, olho com uma cara de... Nojo... Bem, ela me alimento, e aprovo.
- Espero que não me dê uma indigestão! – Disse.
E lá vai mais cinco horas de passeio. Chego ''morta'' em casa.
- Pai? Cadê você? – Disse.
Não o encontro em lugar algum, até que vejo um bilhete na geladeira.
“Minha linda, fui no clube e chegarei mais tarde, pois tenho reunião. Se quiser pedir algo para comer fique a vontade, na primeira gaveta do lado esquerdo do armário, tem uma lista com telefones de restaurantes. Se cuide.
Seu pai, Fernando Reverbel.”
- Quero nem ver comida por hoje! Aquele joelho de porco tá “pesando” meu estômago! – Disse.
Vou dormir. No meio da noite, tenho um sonho. Estava vendo o pôr do Sol. E aquilo, fazia imaginar, sonhar. De repente, chega um homem, alto e loiro, com uma voz suave ao ouvir. Seu olhar possuia um brilho intenso, era como a luz do Sol. Sua fala era a mais bela melodia, melodia suave. Esse homem passou sua mão sobre meu ombro, olhava em meus olhos e dizia...
- “Você foi um presente de Deus... Amo amar você... Somos tão dependentes um do outro, como a abelha e o mel.... Estrela e o céu... "
Acordo assustada.
- Meu Deus, que sonho foi esse? – Disse.
Amanhece. Dia do jogo. Bayern de Munique iria enfrentar o ‘Turn- und Sportverein München von 1860’, seu inimigo.
(...)
-Filha, vamos! Senão nos atrasaremos! – Fernando.
- Já vai! To procurando meu celular... Achei! – Disse.
(...)
No jogo, Bayern de Munique perdia de 2 a 0 para o ‘Turn- und Sportverein München von 1860’, no primeiro tempo. Philipe entraria no segundo tempo, juntamente com ele, Thomas Müller. Depois dessa mudança, Bayern de Munique empata o jogo. Faltava apenas três minutos para o fim do jogo, quando alguém faz o passe para Müller, e o camisa 25 marca seu gol. Na hora da comemoração, ele olha para as arquibancadas, e avista-me. Nossos olhares se cruzam. O jovem loiro de 22 anos, uniformizado de vermelho, desperta dessa ''transe'' de olhares e volta para o jogo. Meu Deus, o que foi isso? E que loirão hein? Eu o conheço, eu o vi jogar na Copa do Mundo de 2010, pela Alemanha... E aqui está ele, pensei.
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uuuuuuuuuuhm u-u AUHSUAH loirão em ? u-u hahahaha maaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaais u-u
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