Depois do Pôr do Sol – Parte 1- Capítulo 7
- Não te esperava encontrar aqui. – Disse Thomas.
- Nem eu! Vim mesmo por causa que Phil insistiu... – Respondi. – Vou entrar...
- Eu já vou também. – Disse Thomas.
Entramos. Duas horas se passam, e Phil resolve ir embora.
Já em casa, jogo-me na cama, e ali mesmo fico, com a roupa da festa. Simplesmente, peguei no sono.
- Natasha... Acorda, filha! – Fernando.
- Hein? Hãn? Oi? – Disse atordoada.
- O sol está raiando. Já amanheceu! – Fernando.
- Já? Graças a Deus não vou trabalhar hoje! Vou curtir Munique! – Disse levantando da cama e seguindo ao banheiro.
Banho tomado, cabelo arrumado, roupa vestida, tênis calçado, café da manhã tomado.
Ligo Matilda e vou para a rua ‘Neuhauser Strasse’, uma rua de total exclusividade para pedestres. Lá, encontra-se muitos restaurantes e comércio muito diversificado, além de barraquinhas na rua oferecendo desde lanches rápidos até flores e blá, blá, blá.
Sento-me em um banco que havia naquela rua, olhava para o lado e via flores, aquele aroma de buvárdias exalando forte me agradava. Abro minha bolsa e procuro meu celular.
- Uma flor para outra flor! – Thomas Müller.
- Hãn? Danke! (Obrigada!) – Disse tímida.
- Bitte schön. (De nada) – Thomas. – Posso sentar-me ao seu lado?
- Ah... Claro! – Disse, retirando minha bolsa do banco e colocando em meu colo. Logo depois cheiro a buvárdia.
- Gosta de flores? – Thomas.
- Amo... Elas têm uma coisa que me fascina! – Disse.
- Verdade. – Thomas.
Deixo cair meu guia da cidade no chão ao voltar a mexer em minha bolsa. Simultaneamente, nos abaixamos para pegar o guia. O toque das mãos fora inevitável, assim como a bochecha demonstrando vergonha da pele branca de Thomas.
- Danke! – Disse
- Tá agradecendo pelo que? Eu nem peguei seu guia... – Thomas.
- Mas iria pegar... – Disse.
Um silêncio.
- Já visitou o castelo ‘Neuschwanstein’? – Thomas.
- Não! Mas vou lá amanhã à tarde. – Disse.
- Sério que você vai lá amanhã? Eu também irei lá amanhã! – Thomas.
- Quem sabe não nos encontramos por lá? – Disse.
- Se assim quiser o destino... – Thomas. – Vem comigo...
- Aonde? – Indaguei.
Estava cometendo uma loucura seguindo Thomas?
Pegamos o bonde ‘Strassenbahn 17’. Nosso destino, o ‘palácio Nymphenburg’, situado a noroeste de Munique.
- No guia diz que Nymphenburg, construído em 1664, foi à residência de verão dos reis da Bavária... De arquitetura belíssima, entre suas principais atrações estão valiosas telas de mestres da pintura, louças imperiais, uma grande coleção de carruagens e jardins primorosos. Jardins primorosos? Perfeito, baby! – Disse.
Depois de ficar fascinada por aquele lugar, nosso próximo destino seria o ‘Residenz’, principal palácio urbano de Munique.
- Mais de 100 quartos desta residência real estão abertos à visitação. Há também exposições das coroas, jóias e artigos religiosos dos primeiros reis da Bavária. – Thomas.
- Eu quero mesmo é ver o ‘ Grottenhoff’, fala sério! Esse jardim parece surreal, é ornado com maravilhosa fonte de bronze. - Disse.
Fotos e uma bela observação era o que não faltava. Nossos passos por ‘Residenz’ terminaram no ‘Antiquarium’, mais impressionante salão do ‘Residenz’, um local deslumbrante, por mais que seja uma biblioteca ornada com bustos de líderes romanos e gregos.
- Por que me trouxe aqui? – Perguntei.
- Sabe quando você vê algo em alguém que nunca viu isso antes em outro alguém? – Thomas.
- Acho que sim. – Disse.
- Está escurecendo, preciso ir pra casa, amanhã tenho treino bem cedo. – Thomas.
- Você não terminou de falar... – Disse.
Pegamos o bonde de volta à rua ‘Neuhauser Strasse’ onde meu carro estava estacionado.
- Onde deixei meu carro? Matilda, cadê você?! – Disse.
- Você fala de um ‘Mini Cooper’ branco com detalhes preto? – Thomas.
- Ja (Sim) – Disse.
- Está logo ali. – Thomas, apontando em direção ao carro. – Você é a primeira pessoa que conheço que deu um nome pessoal ao carro.
Não consigo impedir que meu sorriso brote no rosto.
- Bom, vou-me indo! – Disse.
Entro em meu carro, dou a partida e sigo para casa. Depois de chegar, e tomar um banho relaxante, alimentar-me, vou para meu quarto, poder então, finalmente falar com minha avó via Skype.
Meu celular apita, era uma mensagem. Estava na bolsa. Pego-o, mas uma coisa me chama a atenção: a flor que ganhei de Thomas Müller.
- Por que me levou até aquele lugar? - Disse.
2 Response to
quero um Thomas pra mim u-u HUAHSUH e quero o 8º, 9º, 10º ... 160º capítulo u-u
quero mais web, tipo, AGOOOOOOOOOORA U-U
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